
Tua imagem luminosa
Já senti no teu sorriso
Timides de uma rosa
Os carinhos são preciso
Mas quero com prazer
Tuas lagrimas a beber
Os teus sonhos descoberto
Nos teus passos rumo certo
Tuas mágoas são motivo
De querer te descobrir
No teu fardo é preciso
Outro fardo a dividir
Flutuar fora do tempo
É caminho de alento
De encontrar o cais seguro
Para as sobras do momento
Se Quizer me de a taça
Do amargor ou do sofrer
Beberei da tua graça
E te sobra meu querer
Nordestina do serrado
Um Gaúcho quer beber
No sereno do alambrado
O mate amargo do teu ser
Chimarrão é o prazer
Deste plago Riograndino
Deixa de teus olhos correr
Na cabaça deste Teatino
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