A RESPOSTA DO POETA
P: Olá, amigo, volto a falar contigo sobre o último assunto.
Fale poeta, algo sério?
P: Nada amigo a não ser que você estava com a razão em muitas coisas.
O que aconteceu, Poeta, te magoou, de novo? Mais uma dor pelos teus sonhos, tuas utopias alias?
P: Você tinha razão amigo, começo meus sonhos e em um minuto já me deixam compreender que sonhos são deveras o que chamas de utopia.
Quer falar sobre isto?
P: amigo você não necessita ficar ouvindo estas coisas, são meu problemas criados por minha crença no ser humano.
Quero te ouvir Poeta, fale pois quem ajuda e escuta, são os amigos, teus reais amores.
P: obrigado amigo, mas sonhei e acordei rápido, foi como se estivesse dormindo e acordasse com um tapa.
Poeta, vou te falar novamente; esqueça esta historia, de amor, ame a você mesmo e não mais sofrerá.
P: tentarei fazer isto sim amigo, procurarei agir da mesma forma que o ser humano de hoje.
O que queres dizer com isto Poeta?
P: Quero dizer que agirei da mesma forma que todos; farei de tudo, uma autopromoção, farei aquilo que convenha a mim mesmo, que me enleve.
Cuidado Poeta, as pessoas não são objeto.
P: Errado, amigo, tem sido usado desta forma, tenho sido objeto, tenho sido ignorado, as pessoas se tornaram frias, indiferentes. Tenho sido objeto para estas pessoas.
Olhe bem Poeta, vou te por em mãos um começo de investigação que estou a fazer. Leia com atenção certo e depois tire suas conclusões e voltamos a falar ok?
P: Está bem, mas enquanto isto, eu vou agir desta forma, muito “amigos”, pouco valor.
Boa sorte poeta...e mais uma vez, cuidado.
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